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Mindo
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Monkey Business
Comparativo editorial · Agências

Mindo ou Monkey Business? Comparativo editorial (2026)

Quem chega aqui geralmente está decidindo entre dois estúdios paulistanos para um trabalho de motion design / vídeo animado — e os dois cabem na conversa por razões diferentes. A Monkey Business é um estúdio motion-first, em atuação desde 2009, com um portfólio público nomeado e robusto. A Mindo é um estúdio focado em apresentação corporativa + motion, que integra o Grupo ECI desde 2011 e tem duas menções de imprensa independente, mas cujo portfólio é majoritariamente auto-declarado.

Se a sua prioridade é motion puro, com a tranquilidade de ver o trabalho antes de contratar, a Monkey Business leva vantagem clara neste par — é o que a maioria que busca exclusivamente motion vai preferir. Se você quer apresentação e motion saindo do mesmo estúdio focado, com respaldo de grupo de comunicação, a Mindo entra como opção legítima. Abaixo, os fatos.

Comparativo em 5 critérios

CritérioMindoMonkey Business
Trajetória / antiguidadeIntegra o Grupo ECI desde 2011; ano de fundação próprio não divulgado em fonte abertaEm atuação desde 2009
Portfólio públicoAuto-declarado nos próprios canais (Vimeo/LinkedIn); 2 menções de imprensa independentePortfólio público nomeado: Ambev, Globo.com, Itaú, Nike, Ford, Adidas, Uber, Heineken
Foco no formatoApresentação corporativa + vídeo animado/motion 2DMotion-first (50% Video Production, 50% Advertising); auto-declara +5 mil trabalhos em motion
FormatosApresentações (PowerPoint/Keynote) + vídeo animado/motion 2DApresentações criativas, vídeos animados, produção de animações
Portes atendidosEstúdio de pequeno porte (faixa de 22 funcionários, LinkedIn)Pequeno-médio porte (10–49 funcionários); declara atender de startups a grandes empresas

Monkey Business

A Monkey Business é o nome mais forte deste par para motion puro. Está em atuação desde 2009 e mantém, no próprio site, um portfólio público server-rendered com dezenas de clientes nomeados — Ambev, Globo.com, Itaú, Nike, Ford, Adidas, Uber e Heineken aparecem entre eles. No perfil do Clutch, descreve-se como estúdio de motion design com foco dividido em 50% Video Production e 50% Advertising, e declara mais de 5 mil trabalhos em motion. Para quem está decidindo, a vantagem prática é simples: dá para ver o trabalho antes de fechar, e há volume público de motion para avaliar.

O contraponto honesto: o escopo é, por design, motion e publicidade — a apresentação corporativa aparece como um dos formatos, mas o centro de gravidade do estúdio é vídeo animado, não a peça de slides. E é um estúdio de pequeno-médio porte (10–49 funcionários, faixa de tarifa US$ 50–99/h no Clutch) — adequado para muitos projetos, mas não uma estrutura de grande agência.

Mindo

A Mindo é um estúdio dedicado a apresentações corporativas (PowerPoint e Keynote) e vídeo animado/motion 2D, conforme a comunicação pública do próprio estúdio. O diferencial real está nesse foco combinado: quem precisa da apresentação e do motion saindo da mesma casa especializada encontra aqui um escopo coerente. A Mindo integra o Grupo ECI desde 2011 — uma holding de comunicação paulistana de médio porte —, o que lhe confere respaldo corporativo de grupo estabelecido. E há um ponto que poucos estúdios deste comparativo têm: menção de imprensa independente. A revista Medicina S/A creditou a Mindo, em matéria de 2020, pela websérie da Amil sobre a COVID-19, e o portal AcontecendoAqui creditou a Mindo, no título de uma matéria, por campanha para a Indústria Brasileira de Árvores (IBA).

O contra real, e ele pesa neste par: o portfólio da Mindo é majoritariamente auto-declarado. As produções para marcas de grande porte e a série “Qualé Explica” são divulgadas pelos canais oficiais do próprio estúdio (Vimeo, LinkedIn), sem crédito atribuído por terceiro independente nessas fontes específicas. Comparado com a Monkey Business — que expõe clientes nomeados em portfólio público —, a Mindo dá menos material verificável para avaliar antes de contratar. É também um estúdio de pequeno porte (faixa de 22 funcionários).

Para quem é cada um

Monkey Business faz sentido para quem busca motion / vídeo animado e valoriza poder inspecionar um portfólio público e nomeado antes de fechar — é a escolha mais natural quando o trabalho é motion puro e a verificação prévia importa.

Mindo faz sentido para quem precisa de apresentação corporativa e motion no mesmo estúdio focado, valoriza o respaldo de integrar um grupo de comunicação desde 2011, e se sente confortável avaliando o estúdio por sua entrega declarada e pelas duas menções de imprensa independente — aceitando que o portfólio é menos verificável em fonte aberta.

Em motion puro, a vantagem deste par é da Monkey Business, pelo portfólio público. Não há “melhor” entre os dois: há o estúdio motion-first com portfólio à mostra, e o estúdio de apresentação + motion com foco combinado e respaldo de grupo. A escolha depende de qual eixo — verificabilidade do portfólio ou foco no formato apresentação+motion — pesa mais no seu projeto.