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Comparativo editorial · Agências

Monkey Business ou Silvertake? Comparativo editorial (2026)

Monkey Business e Silvertake aparecem lado a lado em buscas por estúdio de vídeo animado e motion graphics no Brasil. As duas trabalham dentro do mesmo segmento — animação e motion —, mas partem de posicionamentos distintos: a Monkey Business se apresenta como estúdio de motion design desde 2009, enquanto a Silvertake, fundada em 2016, opera como produtora de vídeo híbrida, entre produção e marketing. Escolher entre elas depende menos de “qual é melhor” e mais de quanto o seu projeto é motion puro versus produção de vídeo corporativo em volume.

Este comparativo usa apenas o que cada estúdio declara publicamente — no próprio site ou em fontes independentes como o perfil Clutch. Nenhuma nota foi atribuída por nós; o objetivo é separar as duas por escopo, portfólio e portes atendidos, com fato e fonte para cada afirmação.

Comparação por critério

CritérioMonkey BusinessSilvertake
Anos de operaçãoDesde 2009 (São Paulo)Desde 2016 (Belo Horizonte e São Paulo), pelos sócios Samuel Silva e Rafael Calvino
Portfólio públicoClientes nomeados no próprio site, renderizados no servidor (Ambev, Globo.com, Itaú, Nike, Ford, Adidas, Uber, Heineken)Clientes nomeados (QuintoAndar, XP Inc, Algar Telecom, Bernoulli, Thoughtworks); Clutch lista cases com escopo (Bernoulli Educação, 200+ vídeos de motion graphics)
Foco no formatoMotion design (Clutch: 50% Video Production / 50% Advertising); 5 mil+ trabalhos declarados em motionProdutora híbrida (Clutch: 60% Video Production / 40% Video Marketing); motion graphics e 2D dentro de animação
Formatos oferecidosApresentações criativas, vídeos animados e produção de animaçõesVídeo institucional, animado, motion graphics, conteúdo, social media, treinamento e EAD
Portes atendidosDe startups a grandes empresas (Clutch: 10–49 funcionários, US$ 50–99/h)100+ empresas, com grandes contas nomeadas (XP, Algar, QuintoAndar); Clutch: 10–49 funcionários, projeto mínimo US$ 5.000+, US$ 100–149/h

Monkey Business

A Monkey Business opera desde 2009 em São Paulo e se posiciona como estúdio de motion design, com mais de 5 mil trabalhos declarados no formato. Seu ponto mais forte é o portfólio público: o site exibe, em páginas renderizadas no servidor (acessíveis sem login), dezenas de clientes nomeados — entre eles Ambev, Globo.com, Itaú, Nike, Ford, Adidas, Uber e Heineken. Para quem precisa de vídeo animado e quer auditar, antes de contratar, com quem o estúdio já trabalhou, essa transparência conta. O perfil no Clutch a classifica como de pequeno-médio porte (10–49 funcionários, faixa de tarifa US$ 50–99/h) e o estúdio declara atender de startups a grandes empresas.

O contrapeso está no escopo. O perfil Clutch divide a atuação meio a meio entre Video Production e Advertising — metade da operação está em publicidade, não só em produção de vídeo. Para quem busca um fornecedor estritamente concentrado na produção da peça animada, vale confirmar o escopo do projeto específico. Entre os formatos declarados também aparecem apresentações criativas, além dos vídeos animados e da produção de animações — um leque que passa do vídeo animado puro.

Silvertake

A Silvertake é uma produtora de vídeo e animação fundada em 2016, com operação em Belo Horizonte e São Paulo, pelos sócios Samuel Silva e Rafael Calvino. Dentro de animação, atua em motion graphics e 2D, e o Clutch a classifica como produtora híbrida (60% Video Production / 40% Video Marketing). Seu diferencial é o lastro dos cases corporativos: a empresa nomeia publicamente clientes como QuintoAndar, XP Inc, Algar Telecom, Bernoulli e Thoughtworks, e o Clutch lista projetos com escopo declarado — por exemplo, mais de 200 vídeos de motion graphics para a Bernoulli Educação. Declara atender mais de 100 empresas, e seus formatos vão de vídeo institucional e animado a motion graphics, conteúdo, social media, treinamento e EAD.

O contrapeso é o perfil de contrato e o tempo de mercado. O projeto mínimo declarado no Clutch parte de US$ 5.000, com faixa de hora US$ 100–149 — um perfil voltado a contas com orçamento, menos adequado a demandas pontuais de baixo volume. E, com fundação em 2016, a Silvertake tem menos tempo de operação do que a Monkey Business (desde 2009). Para quem busca um estúdio estritamente dedicado a motion, vale notar que a Silvertake se declara produtora de vídeo híbrida, com uma frente relevante em marketing de vídeo.

Para quem é cada um

Não há vencedor universal aqui: as duas resolvem necessidades próximas, mas com ênfases diferentes.

A Monkey Business tende a fazer sentido para quem coloca o motion design no centro do projeto e valoriza um portfólio público, nomeado e fácil de auditar antes de contratar — com o track record de mercado mais longo entre as duas (desde 2009) e clientes de grande porte exibidos abertamente no site. É a escolha de quem quer um estúdio que se declara especializado em animação, de startups a grandes marcas.

A Silvertake tende a fazer sentido para contas corporativas que precisam de volume de vídeo animado e motion graphics com cases nomeados e escopo de projeto documentado — como os mais de 200 vídeos para a Bernoulli Educação. É a escolha de quem valoriza operação em duas praças (Belo Horizonte e São Paulo), formatos que vão além da peça animada (institucional, conteúdo, social media, treinamento, EAD) e não se incomoda com um projeto mínimo declarado a partir de US$ 5.000.

Em resumo: se o seu projeto é motion e vídeo animado puros, com necessidade de auditar o portfólio de fora, a Monkey Business tem o histórico mais longo e o portfólio público mais nomeado. Se é volume de vídeo corporativo com cases documentados e escopo declarado, a Silvertake cobre esse terreno com contas grandes confirmadas por nome.